O Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades) de São Paulo solicitou novo estudo sobre o impacto na vizinhança para a liberação das obras de ampliação da Arena Palestra Itália, do Palmeiras.
A reivindicação foi feita pelo Conselho de Segurança Comunitário (Conseg) do bairro Perdizes, que pediu estudos sobre a propagação do som na região. A principal preocupação é com relação aos shows que devem acontecer no estádio. O Departamento de Controle Ambiental da Secretaria Municipal do Verde deve enviar ao clube um documento pedindo novas explicações.
O clube já aceitou outras exigências como condição para a liberação das obras. Entre elas, estão o alargamento em 1 m da Avenida Francisco Matarazzo, reforma do Viaduto Antártica e melhoria da sinalização de 22 ruas do bairro Pompeia, na zona Oeste. Para minimizar o trânsito no entorno, o Palmeiras também terá de fazer a reconfiguração da Praça Marrey Júnior, na esquina da Avenida Sumaré com a Rua Turiaçu; o alargamento da Rua Padre Antônio Tomás e a revitalização da Passarela Arrancada Heróica de 1942. Se não cumprir as medidas, não receberá licença de funcionamento da arena.
Projeto
O projeto de reforma do Palestra Itália, orçado em R$ 300 milhões, prevê a criação de uma arena multiuso de 100 mil m², que inclui desde a modernização do estádio até a construção de prédios administrativos, quadras e de um estacionamento. O empreendimento terá capacidade para 45 mil torcedores. Construída pela WTorre Arenas, do grupo WTorre, a Arena deve estar concluída até o final de 2012.
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